“Clodo – A Revelação”, por Sandra Duailibe

Uma celebração cênica, poética e audiovisual, cantada em versos e contada em boa prosa, na batida do coração. Assim foi concebido o espetáculo “Clodo – A Revelação”, por Sandra Duailibe. Realizado a partir de recursos do FAC, o projeto da cantora Sandra Duailibe, sobre a obra do compositor, cantor e instrumentista Clodo Ferreira, mereceu pontuação máxima do edital de chamamento. O porquê poderá ser conferido em 02 de agosto, às 20 horas, no CTJ Hall, em apresentação única.

 

“Conheci Clodo Ferreira, pessoalmente, há 22 anos. Foi um presente de Deus. A convivência me fez ver nele, além do artista que já admirava, um homem digno, sereno, gentil e genial, que se reinventa a cada estação. Ele merece ser homenageado e o Brasil precisa conhecer mais a fundo o homem que semeia o bem e embeleza nossas vidas com arte. Clodo faz parte da história da música deste país”, afirma a idealizadora do projeto.

 
 

Durante o espetáculo, que contará com intérprete em libras, Sandra conduzirá o encontro marcado por muitas surpresas. Da parte musical, serão 12 canções interpretadas por ela, em sua maioria, Clodo e pelo convidado especial Farlley Derze. As notas extras de afeto e talento serão dadas pela participação do violonista João Ferreira e do percussionista Pedro Ferreira, os maiores orgulhos do pai, Clodo. No repertório, “Cada Dia”, “Carece de Explicação”, “Corda de Aço”, “Revelação” e outros sucessos que marcam fases e parcerias importantes de sua trajetória e de tantos intérpretes, a exemplo da própria Sandra.

 
 

Mais que um show, “Clodo- A Revelação” é uma homenagem ao instrumentista e compositor, que, além, da carreira solo, tem canções interpretadas por grandes nomes como Milton Nascimento, Nara Leão, MPB 4, Ângela Maria, Zizi Possi, Ney Matogrosso, Fafá de Belém, Engenheiros do Hawaii, Wando, Nilson Lima, Salomão di Pádua, Sandra Duailibe e tantos outros. A construção do evento, de forma intimista e elegante, busca passar ao público um pouco do tanto que o Clodo é.

  

A atração começa já no hall do teatro. Momentos da história de Clodo serão revelados através de um painel fotográfico e de um telão, onde lhe serão dedicados depoimentos. Também haverá exposição de 32 obras feitas a partir da fusão da fotografia e pintura digital—nova faceta artística de Clodo–, além de um espaço para comercialização de livros e produtos fonográficos dos artistas que compõem esse espetáculo.

 

 

“A iniciativa da Sandra me traz alegria. Primeiro: ela já gravou a música Revelação em versões ótimas e é uma cantora expressiva, que enriquece a produção musical com sua energia positiva. Segundo: este reconhecimento muito generoso é também um presente de aniversário, já que completarei 71 anos de idade em 30 de julho. Receber tudo isso na cidade onde moro desde os 13 anos, é mais uma razão para me sentir bem. Trago lembranças eternas de minha terra natal, mas foi em Brasília que fiz meu trabalho. Ela também resgata canções com meus irmãos e inclui no repertório canções mais recentes, conta a história e apresenta duas produções atuais: as peças visuais e a música instrumental em partitura. Para completar, ainda envolve meus filhos”, declara o homenageado.

 

 

A partir da capital do país, o artista, nascido em Teresina, no Piauí, desenvolveu uma carreira de muitos frutos ao longo de cerca de 56 anos, cantando e compondo só, com os irmãos Clésio e Climério, e também com artistas de renome internacional como Dominguinhos, Fagner, Evaldo Gouveia e Fausto Nilo. Simultaneamente, tornou-se mestre em comunicação e doutor em História, contribuindo como acadêmico à frente da disciplina “Comunicação e Música”, na Universidade de Brasília (UnB). Hoje, o talento de Clodo também trilha outros caminhos. E se a música tem sido o principal veio de sua criação, a pintura fotográfica, descoberta durante a pandemia, tornou-se uma de suas paixões.

  

“Quando Fagner gravou ‘Cebola cortada’, de Petrúcio Maia e Clodo, em 1977, quase furei o disco de tanto ouvir. A música diz ‘Sempre lembrando para a gente que amar nunca faz mal’. Trago essa verdade comigo. Clodo estuda, ensina, toca, canta, compõe e nos mostra, em sua obra, que o amor, quando bem sentido, é o caminho, o encontro, a salvação”, revela Sandra.

 

 

SOBRE A IDEALIZADORA

 

Sandra Duailibe aterrissou em Brasília em 1982. Foi dentista, empresária do turismo, e, em 2005, abraçou o canto como vida e profissão. Elegante, com timbre de voz singular e interpretações emocionantes, é um dos destaques da nossa MPB. Gravou seis álbuns, participou como convidada de outros, lançou um DVD e fez várias apresentações no Brasil e no exterior, entre eles, o show com a Orquestra Filarmônica de Brasília, em comemoração aos 50 anos de Brasília.

  

Ao longo se sua carreira recebeu o Prêmio Grão de Música, Prêmio FAC Brasília 60 anos, foi finalista do Prêmio Profissionais da Música, Top Show e concedeu entrevistas para mídias diversas. Participou de grandes projetos, entre eles o Festival Internacional de Música do Pará, e o show em comemoração aos 80 anos de Roberto Menescal.

 

 

Esteve na França diversas vezes cantando e estudando no Centro Artístico Internacional Roy Hart. Em 2019, lançou o Programa de entrevista Plurarte (Youtube), que já soma 180 entrevistas com artistas do Brasil e do mundo. Em seu canal do youtube.com/sandraduailibe também festejou o aniversário de Brasília com a publicação do podcast “Brasília: 60 anos de música”.

 

 

Entre 2021 e 2022, lançou show a partir de seu álbum “Do Canto”, homenageando compositores paraenses; participou de show da Amazônia Jazz Band, em Belém; de show coletivo, em São Luís; abriu a temporada das Sextas Musicais do CTJ Hall e apresentou show em homenagem às mulheres, acompanhada por Farlley Derze, Marlene Sousa e Maria Maia. Sandra se prepara, agora, para a estreia, em agosto, de um dos projetos mais especiais de sua carreira: “Clodo – A Revelação”, por Sandra Duailibe.

  

COLABORADORES DO PROJETO

 

Para montar uma homenagem à altura da representatividade de Clodo Ferreira, Sandra Duailibe conta com um time de experts de talento reconhecido para além do Distrito Federal. Colaboram com o projeto Darlan Rosa, Evandro Lins, Farlley Derze, Jamile Tormann, João Ferreira, Luiz Carlos Costa, Marcia Duailibe Forte, Marcus Barozzi, Miriam Virna, Monique Neri, Pedro Ferreira, Salomão di Pádua, Tom Serralvo, Walace Martins, bem como as empresas Abèbè Produções, Donna Mídia Comunicação, GRV Música Media e Entretenimento e Orbis Studio.

 

“Clodo- A Revelação”, por Sandra Duailibe

Data: 02 de agosto de 2022

Horário: 20h 

Local: Casa Thomas Jefferson Hall (SEPS 706/906)

Entrada: Ingressos gratuitos poderão ser retirados no local, no dia do evento, a partir das 17h

Capacidade: 208 lugares

Classificação indicativa: Livre

Informações: (61) 99259-2824 (Ester Braga)

Fonte: https://www.deubombrasilia.com.br/post/clodo-a-revelação-por-sandra-duailibe

Curiosidades

Curiosidades

Stella by starlight The uninvited 1944

A primeira aparição da música Stella by starlight foi em 1944 no filme “The uninvited”, da Paramount Pictures, com a orquestra dirigida pelo compositor da música, o estadunidense Victor Young. Dois anos depois ela ganhou uma letra escrita por Ned Washington.

O filme é uma adaptação de um romance escrito pela romancista e ativista republicana irlandesa Dorothy Macardle, e cujo título, em sua língua original é: “The Uninvited”, publicado em 1942, dois anos antes do lançamento do filme.

Fluxos

Fluxos

O chiado de uma cigarra disputa sua atenção com o som da água do riacho que desliza atrás de você. Uma borboleta negra cruza a sua frente dentro do silêncio de suas asas, e pousa sobre uma pétala vermelha da única flor que eclodiu no jardim. Talvez por isso, não pela flor mas pelo pouso da borboleta, a cigarra reforça seu chiado como quem diz “presta atenção”. A borboleta negra une suas asas e agora ela mesma se parece uma pétala, pétala esquecida pela primavera porque já é verão e você carrega o inverno nos olhos. O riacho segue seu destino como quem nada tem a ver com isso, porque já estava ali antes de você, antes da flor, antes da borboleta ou da cigarra. Estava inclusive antes de centenas de primaveras, verões, outonos e invernos que vêm e vão, como qualquer coisa que nasce para depois desaparecer. Quando a borboleta cruzou a sua frente desenhou no ar algumas memórias de infância. Mas quando pousou e recolheu as asas, fez se calarem as memórias e o silêncio dos idosos se impôs como uma sombra.

Quantas flores de primaveras já secaram nas cabeceiras dos túmulos?

O riacho corre às suas costas com suas moléculas que fluem de mãos dadas, vindas de um lugar onde você nunca esteve e seguem unidas para outro lugar onde você nunca estará. Por ora, você está aqui como a flor, a cigarra e a borboleta. Ninguém sabe quem que se dá conta do outro enquanto o tempo os emoldura numa janela do espaço; ou enquanto o espaço os emoldura numa janela do tempo.

A cigarra está inquieta com seu cântico feito um minimotor elétrico. A borboleta permanece com suas páginas fechadas. A flor isolada no jardim sonha ter suas raízes beijadas pelo riacho que flui anonimamente.

Haverá um tempo em que outra pessoa estará aqui em seu lugar. Mas não chegará a tempo de ouvir a cigarra, nem conhecer esta solitária flor vermelha nem a borboleta negra que agora mexe suas antenas. Essa pessoa do futuro poderá, quando muito, caso venha, apenas escutar e ver o riacho que penteia pedras e espuma-se de segredos incompreensíveis.

A borboleta voou.

A imperatriz

 

Farlley Derze,  2005


Hoje acordei de várias maneiras.

Na primeira vez ainda não havia luz lá fora. Só o silêncio e alguma incerteza.

Na segunda vez foi o som da chuva e os rascunhos de luz vazando pela cortina.

Na última vez o som da chuva era ainda mais forte. Fechei os olhos que olhavam para o teto e correntezas de lembranças começaram a me levar.

Passadas em alta velocidade, sob minhas retinas, tantas variedades de imagens, cores e sensações, indo e vindo na velocidade da chuva, de repente, tudo some exceto uma imagem. Puxo o lençol um pouquinho para me recobrir, e fico inerte entre as paredes e os sons das águas, quieto como o mármore, para resguardar aquela imagem que se fixou, vinda do fundo das outras.

Abaixo de minhas pálpebras, presa em minha respiração morna e lenta, eis o rosto dela.

Silêncio.

Uma imperatriz.

Gotejam os pingos em minha janela, ouço os sons e uma sinfonia inicia o seu tráfego, os seus     acordes, notas transcrevendo um mapa de mistérios.

O rosto dela permanece, preenchendo toda a tela de minha visão.

Minhas pálpebras resguardam a bela imagem, como uma porcelana.

Rosto de pele branca, suavidade encoberta como um pêssego.

Sob os olhos emergem um promontório de sinais discretos que recobrem e transpassam o nariz, de     um    lado a outro, como uma discreta ferrugem.

Atrás de seu olhar repousam cabelos… tantos… quietos.

Composição feita de cor, sinais e olhar, suavidade e mistério.

Antes fosse apenas beleza com a qual se afeiçoam os homens.

Antes fosse apenas vontade de dizer e ouvir.

Antes fosse um truque com palavras e gestos.

Antes fosse uma sinfonia que começa e acaba, uma chuva que nos acorda e depois seca, uma luz que escapa, um dia que torna um homem feliz.

Antes fosse, tantas coisas possíveis.

Mas a poesia prefere o impossível, a prece, o intocável, o vivo.

Ontem ouvi a voz desta imperatriz.

Não lembro bem suas palavras, porque me dizia mais o próprio som.

Debaixo dos lençóis e das pálpebras, seu rosto e sua voz. Lá no fundo, a minha sinfonia predileta, minha          respiração esquenta, acelera, o peito sobe e desce, minha pele se fragiliza como o tecido de uma bandeira presa ao vento.

Meu ritmo sai do compasso da música.

O rosto dela cresce em minhas retinas, cresce e se agiganta.

Aperto os lençóis, mordo os lábios, escuto o som da voz, meu coração interfere com seu ruído veloz, o ar desorganiza-se em minhas narinas, a bandeira e a ventania, seus olhos estão mais perto dos meus,

a fina ferrugem, o hálito juvenil, sou tragado e águas lá fora carregam folhas e outras incertezas.

Abro os olhos e … Silêncio entre mim e o teto, entre o quarto e a chuva que se foi há tempo.

Lá fora as folhas rolam entre o seco e o molhado.

Dentro de mim novas incertezas, e uma voz morna e escondida.

PRÁTICA ARTÍSTICA

Farlley Derze, Thiais, France, 2012.

Farlley Derze, Thiais, France, 2012.

1985    Foi Diretor Cultural da Sociedade de Alunos da Escola de Especialistas de Aeronáutica (Guaratinguetá, SP).

1986    Pianista da Academia de Ballet Valéria Moreira, no Centro de Dança (Rio de Janeiro).

1986    Tecladista da banda de baile OS DELTAS.

1986    Gravou uma faixa no disco “Tributo a Ary Barroso”, a convite da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro).

1987    Tocou na solenidade de inauguração do Espaço Cultural Sérgio Porto – RJ, presidida por Darcy Ribeiro.

1987    Tecladista da banda de baile PIQUE TOTAL.

1988    Tecladista da banda TURBA MULTA, de música instrumental autoral, com Samuel Lima (sax), Juninho (Bateria), Ramatis Moraes (Baixo).

1988    Tecladista da banda da cantora Claudinha Telles.

1988    Montou com o ator Guilherme Bozzeti o musical “DOIDO PELO PIANO”, viajando pelo Brasil durante quatro anos.

1989    Tecladista, arranjador e diretor musical do cantor Elymar Santos, até 1995.

1991    Compôs a trilha de abertura do Show ÓPERA ROCK, no CANECÃO, do guitarrista Robertinho de Recife.

1992    Esteve no JÔ SOARES ONZE E MEIA, com o grupo METABOLAR, do qual era integrante juntamente com Luiz Alberto de Filippo e Dom Fla, em entrevista que culminou com apresentação da música CAÇADA de sua autoria.

1995    Tecladista do grupo de samba RAZÃO BRASILEIRA, até 1997.

1998    Integrou, como pianista, o elenco do Musical DESGRAÇAS DE UMA CRIANÇA, de Martins Pena, dirigida por Wolf Maia e encenada por Cláudia Ohana, Eduardo Dusek, Hélio Ary, Marcelo Antony e Malú Vale.

1998    Pianista da Rio Jazz Orchestra, até 1999 (Rio de Janeiro).

1999    Tecladista da banda de Cláudio Lins, e Orquestra ARTFOLIA (Rio de Janeiro).

2000    Diretor musical e compositor da trilha do espetáculo O MUNDO NOVO DO TOPETÃO, produzido por Xuxa Meneguel, com direção geral de Eduardo Martini.

2000    Foi pianista suplente do musical DOLORES, a história de Dolores Duran, com direção musical de Tim Rescala.

2000-2002       Gravou três CDs: “Gênese” (2000), “Naquelas Noites de Natal” (2001) e “Acalanto” (2002).

2001-2002       Pianista da Brasília Popular Orquestra (Brasília).

2002    Ganhou o 1º lugar no Festival de Música do Gama, com sua música MEMÓRIAS, tocada ao piano com letra de José Roberto Gabriel e interpretação vocal de Janette Dornellas.

2002    Tecladista da Toccata Produções Artísticas, até 2014 (Brasília).

2004    Pianista brasileiro no 1o Festival Internacional de Jazz de Cabo Verde (África).

2004    Participou do lançamento em Cannes, Paris e Marselha, do livro “MÚSICA POPULAR BRASILEIRA”, editado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, acompanhando nos eventos a cantora Simone Guimarães.

2004    Participou do Festival de Jazz à Vienne, França. Turnê em Marselha e Paris.

2005    Pianista, representante brasileiro no Ano do Brasil na França (Paris).

2005    Compôs a Trilha Sonora para os documentários sobre o Timor Leste (de Ivan Canabrava) e a vida de Santos Dumont (de Pedro Jorge), e dos filmes “Jorge Buche” (de Cristiano Vieira) e “A Vingança da Bibliotecária”, (de Santiago Delape), este último, um curta concorrente no Festival de Cinema de Brasília que ocorreu entre 22 e 25 de novembro de 2005.

2006-2012       Pianista do Programa de Radio “Um piano ao cair da tarde”,FM 89,9 Mz (Brasília).

2010    Organizador de uma banda com músicos do Uruguai, México, Cuba e Grécia para levar a música brasileira à Ilha de Creta (Grécia).

2012    Participação como pianista no 4º Festival de Bossa-Nova, em Orly, (França).

2015    Participação como convidado do Trio LSP na primeira edição do Rendez-vouz Jazzonotes, em Thiais, França, 21 Mars 2015 .

2015    Concerto Paisagens da Música Brasileira, em Munique, Alemanha, 19 Jun 2015. Convidada especial: a cantora e compositora brasileira Maria Rita Stumpf.

Entre 1988 e 2015 teve a honra de como pianista e tecladista participar de shows e gravações de CD com os seguintes artistas: Jorge Benjor, Eduardo Dusek, Cláudio Lins, Lucinha Lins, Antenor Bogéa (Rio de Janeiro, Brasília, São Luís, Salvador, Mar Chipre, França, Grécia, Cabo Verde), Sandra Dualibe, Janette Dornellas, Jorge Aragão, Robertinho de Recife, Zeca do Trombone, Dudu Nobre, Cláudia Telles, Golden Boys, Danilo Caymmi, Elza Soares, Luís Alberto de Filippo, Dom Fla, Juliano Torres (argentino no RJ), Sandra Bonilla (chilena no RJ), Debbie Wicks (estadunidense no RJ), Elymar Santos (turnê nacional), Claudete Ferraz, Lívia Diniz, Razão Brasileira (turnê nacional, Paraguai, Japão), Samuel Lima, Murilo Brito, Cristine Soares, Coral Arcanjos da Força Aérea, Canuto, Zila Siquet, Demétrio Bogéa, Jean-Phillipe Crespin (França, Grécia), Sylvan Sourdeix (França), Ramatis Moraes, Robson Rodrigues, Cadu (República do Chipre), Simone Guimarães (Cannes, Paris, Marselha), Maitê Tchu, Jards Macalé, Nando Gabrielli, Vanessa Barum, Falcão, Mièle, Maria Rita Stumpf (Rio de Janeiro, Curitiba, Alemanha).

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